Portugal
Seis pessoas em Lisboa: projecto, adaptação ao terreno, apoio ao licenciamento, orçamentação e acompanhamento de cliente.
Quem somos
Somos uma equipa de dezasseis pessoas, entre projecto, produção e logística. Desde 2019 que entregamos habitação modular na Europa com uma regra simples: nada sai da fábrica sem estar certo, e nada é vendido sem licenciamento resolvido.
A construção modular tem, em Portugal e na Europa, um problema de reputação que não merece, e que foi criado pelo próprio sector. Durante anos vendeu-se «casa contentor sem licença», «pronta em duas semanas» e «a preço de carro usado». O resultado foram terrenos com módulos embargados, clientes sem licença de utilização e bancos que se recusaram a financiar.
Fundámos a Modular Living Europe em 2019 com a convicção oposta: a construção modular só é melhor do que a tradicional se for feita com o mesmo rigor de engenharia e o mesmo respeito pelo enquadramento legal, e, aí, é claramente melhor. Mais rápida, mais previsível no custo, mais controlada na qualidade e menos destrutiva para o terreno.
Equipa
Seis pessoas em Lisboa: projecto, adaptação ao terreno, apoio ao licenciamento, orçamentação e acompanhamento de cliente.
Dez pessoas dedicadas a produção, controlo de qualidade e logística internacional.
Parceiros especializados contratados localmente em cada país de entrega, com trabalho verificado por nós.
Seja qual for a etapa, fala sempre com a mesma pessoa, do primeiro desenho à entrega.
Qualidade
A produção acontece em ambiente de fábrica, e é isso que muda o resultado: as medições são verificadas com instrumentos, o material está inventariado, as equipas são as mesmas todos os dias e o tempo atmosférico é irrelevante. Nenhuma unidade segue viagem sem passar pela nossa verificação, com ensaio de estanquidade e registo fotográfico entregue ao cliente.
É esta a razão de fundo pela qual um módulo de fábrica tem menos defeitos do que a construção equivalente em obra: não é a tecnologia, é a repetição em ambiente controlado.

A construção modular reduz desperdício de material, reduz movimentos de terra e reduz o tempo de perturbação no local. A reutilização de contentores marítimos aproveita aço que já existe. E o desempenho térmico dos nossos módulos, com classe A ou A+, reduz o consumo ao longo de décadas de utilização.
Dito isto, não vamos afirmar que uma casa em aço é carbono zero. O aço tem carbono incorporado elevado, o transporte especial consome combustível e nenhum edifício novo é neutro. O que podemos afirmar com números é o seguinte: menos desperdício em obra, menos movimentação de terras, envolvente com U entre 0,19 e 0,29 W/m²K, preparação fotovoltaica de série e estruturas desmontáveis e reutilizáveis no fim de vida do primeiro uso.
Diga-nos onde fica o terreno e que tipologia procura. Respondemos em 48 horas com orçamento detalhado, prazo e lista do que está e não está incluído.